Participe! |
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| Em defesa da Literatura | |||||||
| Valdene
Duarte |
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Que anule tristezas e melancolias Essências transitórias de vergonha e medo!
De mágica alegria ficcional do romanesco De uma paisagem triste no final do dia... De lágrimas soterradas no peito, Da lisonja impura dos proxenetas...
Do massacre exagerado dos críticos Do rolo compressor da Gramática, Da doce infâmia dos canalhas, Do falso elogio de certos amigos!
Da triste indiferença do homem que não lê... Ante o medo e a miséria que corrompem No óxido e na ferrugem que no tempo acaba com A grandeza das Letras...
a beleza universal da Poesia!
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